Os 6 tipos de riscos empresariais mais comuns e como evitá-los

Ter capital, conhecimento do negócio e foco em resultados, com certeza, são aspectos que devem estar presentes em um empreendedor. Por outro lado, é necessário se preocupar com os tipos de riscos empresariais.

Há diversos fatores de origem interna ou externa que prejudicam o andamento dos trabalhos. Dependendo da situação, os problemas podem se tornar bastante complexos, obrigando o empresário a fechar as portas.

Pensando nisso, destacaremos, neste post, seis situações que devem ser enfrentadas pelos empreendedores para não atrapalhar as atividades de uma instituição. Confira!

1. Riscos fiscais

A carga tributária brasileira é uma da mais elevadas do mundo. Esse fator inibe investimentos e afeta a geração de empregos e renda. Além disso, exige do empresário uma atenção especial, pois um erro no pagamento de tributos pode causar multas e manchar a imagem corporativa.

Para não ser acusada de sonegação, uma companhia necessita ter um planejamento tributário que leve em consideração o tipo de negócio, a capacidade de investimento e a legislação acerca dos impostos.

2. Riscos operacionais

Esse é um dos tipos de riscos empresariais que mais chamam a atenção do público-alvo, porque mostra uma falha da companhia ao executar os serviços. Por exemplo, uma viação de ônibus realiza uma viagem interestadual, mas durante o trajeto, o veículo apresentou um defeito que provocou um acidente.

Para evitar esse problema, uma excelente alternativa é o mapeamento de processos que contribui para identificar as ações a serem aperfeiçoadas e prevenir eventuais erros que comprometam a qualidade dos serviços.

3. Riscos financeiros

Analisar a carga tributária e visualizar os procedimentos de maneira periódica com foco na melhoria contínua, sem dúvida, são iniciativas que fortalecem a gestão empresarial. Mas isso não é o suficiente para garantir o sucesso, caso não haja um equilíbrio das finanças.

Por exemplo, uma loja de sapatos apresentou lucro no ano passado e resolveu abrir uma filial. Para isso, adquiriu um empréstimo, considerando que as parcelas seriam quitadas com as vendas da nova unidade.

Porém, os resultados foram abaixo da expectativa, o que tornou inviável honrar os compromissos com o banco. Se houvesse uma maior atenção com o risco financeiro, a empresa teria mais cautela ao investir e analisaria o cenário de forma mais racional. Hoje, o equilíbrio orçamentário é imprescindível para a manutenção de qualquer negócio.

4. Riscos cibernéticos

O avanço tecnológico obriga as corporações a estarem presentes na internet por meio de um site ou conta nas redes sociais, por exemplo. Esse fator também influencia na aquisição de sistemas para analisar o comportamento do público-alvo e monitorar o andamento das atividades empresariais. Hoje, o investimento em tecnologia da informação é crucial para manter um elevado nível de competitividade.

Além disso, é preciso ter um elevado nível de segurança dos dados dos clientes. Um vazamento de informações ou a paralisação dos serviços em virtude de ataques virtuais causam um prejuízo enorme. Por isso, é necessário adotar procedimentos para manter os dados seguros, como a aquisição de antivírus e firewalls.

5. Riscos no ambiente de trabalho

A saúde dos colaboradores deve ser uma prioridade para qualquer empresa, afinal, um acidente de trabalho pode afetar o rendimento de toda a equipe. Quanto mais uma atividade profissional tem riscos de acidentes, maiores devem ser os cuidados com as regras relacionadas à segurança do trabalho.

O uso de equipamentos de proteção e o respeito à legislação devem ser práticas seguidas por qualquer companhia. Essa postura contribui para os colaboradores estarem mais tranquilos e, consequentemente, mais produtivos.

6. Riscos regulatórios

Muitos setores passam por regulação governamental, como telecomunicações, petróleo, transportes rodoviários etc. Com a intenção de contemplar as demandas dos cidadãos, os governantes optam por modificações que impactam diversos setores produtivos.

Nesse caso, o ideal é contar com um suporte jurídico e um programa de treinamentos que ajude os colaboradores a se adaptarem aos novos procedimentos. Em muitos casos, o desrespeito às regras provoca multas e até a paralisação das atividades por um período.

É inegável que o conhecimento sobre os tipos de riscos empresariais precisa ser uma prioridade para as corporações. Do contrário, haverá perda de recursos financeiros e de credibilidade perante os stakeholders.

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