Takt time vs. cycle time: qual a diferença desses métodos?

Um bom gerenciamento de desempenho é essencial para que o negócio possa crescer e alcançar novos objetivos. É por isso que, entre outros aspectos, vale conhecer e explorar a comparação takt time vs. cycle time.

Esses dois conceitos são muito relevantes e ajudam a ter uma boa visão sobre a gestão de tempo no negócio. Ao saber como eles se diferenciam, é mais fácil compreender quando usar cada um corretamente.

Nesse sentido, veja a comparação de takt time vs. cycle time e entenda o que cada termo significa!

O que é takt time?

O takt time tem a ver não apenas com a estrutura interna, mas também com as demandas dos clientes. De forma simples, podemos dizer que ele representa o ritmo ideal de produção ou ações para atender à expectativa do mercado.

Ele é calculado pela seguinte fórmula:

Takt = tempo disponível / demanda de consumo

Digamos que durante 6 horas, um colaborador tem que processar 60 pedidos. Então, esse indicador é dado por:

Takt = 360 minutos / 60 pedidos

Takt = 6 minutos/ pedido

Na prática, significa que o profissional pode “gastar”, no máximo, 6 minutos por pedido. Acima disso, ocorrerão atrasos.

E o cycle time?

Já o cycle time representa o tempo necessário para fechar um ciclo, qualquer que seja ele. Na prática, é medido o quanto demora para uma ação ser executada, como a produção de um item, do começo ao fim. Imagine que a unidade de um produto começa a ser produzida na segunda-feira e é finalizada na quarta-feira. Nesse caso, o cycle time é de 2 dias.

Esse é um componente importante do lead time, que representa todo o período percorrido na cadeia de valor. Ele indica, por exemplo, a quantidade de horas ou dias entre um cliente fazer um pedido e a compra ser finalizada com a entrega.

Takt time vs. cycle time: como se diferenciam e se relacionam?

Ao pensar nesses dois conceitos, é possível notar que eles são diferentes em relação ao que medem. Enquanto o cycle time envolve o tempo efetivamente gasto em um processo, o takt time aborda o “ritmo” ideal — que tem a ver com a demanda do mercado, enquanto que o cycle time é uma métrica apenas interna.

Na comparação takt time vs. cycle time, a forma de medir também varia. O primeiro é calculado indiretamente, por meio de uma fórmula que considera o interesse e o tempo disponível. Já o cycle time pode ser medido com a mera ajuda de um cronômetro ou relógio.

Ao mesmo tempo em que seus conceitos apresentam características singulares, vale observar que esses indicadores guardam relação entre si. Idealmente, eles deveriam ser iguais, o que representa o equilíbrio entre capacidade e demanda. Portanto, são duas medidas que se complementam e que favorecem uma análise mais completa.

Por que é importante calculá-los?

O cálculo de ambos os indicadores é essencial para acompanhar melhor a performance da empresa. Ao conhecer os números, um takt menor que o cycle time representa que o negócio não tem sido produtivo o suficiente. De forma simples, é uma configuração que aponta que o time não é capaz de atender às necessidades de mercado.

Já um cycle time menor que o takt pode indicar que a empresa tem sido mais produtiva que o necessário. Isso não é necessariamente ruim, mas pode apontar para a ociosidade e para a importância de otimizar o uso dos recursos.

Ao considerar a comparação de takt time x cycle time, podemos notar que são duas medidas diferentes, mas relevantes e que se complementam. Por meio do acompanhamento frequente, será possível tomar boas decisões para o negócio.

Se quiser acompanhar todos os procedimentos com maior qualidade, veja quais são os melhores indicadores de desempenho de processos.

Conheça 5 dicas sobre como otimizar a gestão de equipe de campo

Como otimizar a gestão de equipe de campo? Também conhecida como field service management, essa gestão refere-se ao acompanhamento da produtividade da equipe que trabalha externamente à empresa.

Sabemos que fazer esse trabalho não é algo simples, pois é preciso encontrar meios eficientes de gerir a equipe, capacitar os colaboradores e verificar o desempenho do projeto. Assim, para não cometer erros, é preciso traçar estratégias e fazer previsões.

Se você se interessou pelo tema, continue a leitura.

Entenda o conceito e a importância de otimizar a gestão da equipe de campo

A gestão de equipe de campo é o termo utilizado para gerenciar recursos externos à organização, incluindo funcionários e equipamentos. Esse gerenciamento é responsável por atribuir e agendar ordens de serviço, deslocar funcionários para suas atribuições, coletar dados do trabalho no local designado, pegar o feedback com o cliente e gerenciar o estoque dos produtos utilizados no atendimento.

Quando toda a operação ocorre dentro da empresa, é fácil fazer estabelecer essas diretrizes, mas quando as equipes são externas, a falta da gestão e controle podem ser cruciais para a manutenção da qualidade.

Assim, quem presta serviços externos sabe como é difícil fazer uma gestão de equipe de campo. Com a falta da presença física, os colaboradores podem fugir do planejamento ou ficar longos períodos ociosos por falta de supervisão. Por isso é tão importante planejar e prever as ações, criando uma gestão efetiva.

Confira 5 dicas de como otimizar a gestão de equipe de campo

Há várias estratégias que podem ser adotadas para facilitar a administração do pessoal e otimizar a realização do serviço e controle dos insumos utilizados. Veja as dicas.

1. Alinhe objetivos

Antes de gerir, de fato, a equipe, é preciso criar e alinhar objetivos e metas. Afinal, será por meio deles que o gestor cobrará os resultados. Além disso, uma boa gestão preza pela melhoria contínua, ou seja, os erros devem ser eliminados e não devem voltar a acontecer. Por isso, defina metas e objetivos claros e siga-os à risca.

2. Planeje a demanda

Antes de enviar a equipe para o serviço externo, é preciso planejar a demanda da maneira mais eficiente para a empresa. Isso significa que sazonalidades devem ser avaliadas, bem como o histórico de demandas. Assim, fica mais fácil mapear períodos com muitos pedidos, evitando momentos com equipes ociosas ou a necessidade de pagar horas extras pela alta dos pedidos.

3. Otimize rotas

O deslocamento da equipe também deve ser considerado como um fator de custo, por isso, caso a equipe passe muito tempo no trânsito ou dê muitas voltas para chegar ao local, será menos produtiva e aumentará os custos com o combustível, por exemplo.

Portanto, faça uma lista com os atendimentos e organize por regiões e prioridades. Além disso, tente evitar saídas ou chegadas no local em hora de pico de trânsito.

4. Compare custos e benefícios

Outro modo de fazer uma boa gestão é comparando os custos e benefícios. O gestor de campo deve ir além do controle das atividades e tempo de execução do serviço. Ele precisa avaliar a performance da equipe e verificar se ela está dando o máximo possível do seu potencial, assim, fica mais fácil otimizar as margens de lucro.

5. Gerencie melhor o tempo

O gestor deve gerenciar o tempo da equipe, estipulando metas de conclusão de serviço. Certamente, em algumas situações, essas metas não poderão ser alcançadas por motivos alheios, mas é importante definir quanto tempo uma equipe gasta para fazer cada serviço. Isso ajudará, inclusive, a empresa a cobrar melhor pelo seu trabalho.

Conheça softwares que facilitam essa gestão

Atualmente, já existem softwares que ajudam na coleta, armazenamento e fluxo de dados. Esses sistemas auxiliam gestores a prever demandas e planejar serviços, armazenando todo conteúdo em um só lugar. Dessa forma, tanto o responsável quanto a equipe externa poderão acompanhar o desenvolvimento das atividades.

Viu como otimizar a gestão de equipe de campo? Basta utilizar a organização e a tecnologia ao seu favor. A Sobix é uma ferramenta que oferece uma solução completa para o gerenciamento de processos, inclusive os externos. Quer conhecer melhor o nosso software? Então, acesse o site.